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terça-feira, 22 de maio de 2018

EM 2017: Ceará é o único estado do Nordeste a reduzir a pobreza extrema, comemora Camilo Santana

O número de pessoas vivendo nesta situação no Estado caiu 3,57%, segundo dados do IBGE

    (Foto: Divulgação)

O Ceará foi o único estado do Nordeste que reduziu a extrema pobreza em 2017. O número de pessoas vivendo nesta situação no Estado, ganhando até R$ 85 por mês, caiu 3,57%. No Brasil e no Nordeste, os índices cresceram 13,9% e 17,5%, respectivamente.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi divulgado e comemorado pelo governador do Ceará, Camilo Santana, em bate-papo ao vivo nesta terça-feira, 22, pelo Facebook.

Para o governador, a redução da extrema pobreza no Ceará está ligada às políticas públicas que vêm sendo realizadas no Ceará. Lembrou que, mesmo no atual cenário de dificuldades econômicas no País, o Estado se destaca em relação ao equilíbrio fiscal e aos investimentos.

"Estou muito feliz com esse resultado, isso nos estimula a continuar trabalhando firme, ir no rumo certo, garantindo resultados importantes para a população cearense, principalmente neste momento difícil, que é esse momento em que o Brasil vive. Que é o retrocesso, não só nas políticas econômicas, mas também nas políticas sociais. Estão cortando o Bolsa Família. Isso (crescimento da extrema pobreza no Brasil) é fruto do corte que o Governo Federal tem feito nas políticas públicas, principalmente, para as pessoas mais pobres desse País. Nós, aqui no Ceará, estamos avançando, estamos ampliando, estamos dando oportunidade para as pessoas mais pobres", afirmou Camilo.

Em todo o  Brasil, apenas cinco estados tiveram redução no número de famílias que vivem em situação de extrema pobreza: Rondônia (13,64%), Amapá (10,77%), Tocantis (6,82%) e Santa Catarina (6,67%). Portanto, o Ceará aparece na quinta colocação do ranking nacional. 

Por outro lado, os maiores crescimentos foram observados no Distrito Federal (56,25%), Mato Grosso do Sul (53,33%), Paraná (43,75%), e Bahia (31,58%). 

Fonte: O Povo/ RAONE SARAIVA

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